Gigliotti, Sobis, Love, Douglas Costa… As novidades do vaivém de Natal

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O feriado do Natal não impediu que o mercado de transferências do futebol reservasse algumas novidades. Entre os destaques, teve gringo monitorado por Santos e Atlético-MG, novidades vindas da Itália e o futuro ainda indefinido de um atacante do Cruzeiro.

Veja quem foi destaque do Vaivém em clima natalino

DE OLHO NO GRINGO

Atlético-MG e Santos estão de olho no atacante argentino Emmanuel Gigliotti, de 31 anos, que joga no Independiente-ARG.Em entrevista à Rádio La Red, de Buenos Aires, o empresário Gustavo Goñi, o mesmo de Lucas Pratto, confirmou o interesse do Galo e também do Peixe, mas, segundo ele, os valores oferecidos ainda estão abaixo do pretendido pelo jogador. Gigliotti tem rodagem no mundo da bola. Ele já passou por clubes como General Lamadrid, Boca Juniors, San Lorenzo, Argentinos Juniors, All Boys, Atlético Tucumán, Colón, Novara-ITA e Chongqing Lifan, da China.

CONVERSAS PARA SAIR

O fim de temporada do atacante Rafael Sobis não está sendo fácil. Com a sua iminente saída do Cruzeiro, mesmo tendo ainda um ano de vínculo com a Raposa, o jogador de 34 anos ainda não sabe onde jogará em 2019. Goiás e Fortaleza manifestaram interesse, mas sem fazer uma proposta oficial. E um dos empecilhos para que Sobis acerte com um novo clube é o contrato com o Cruzeiro. Os interessados aguardam a decisão do jogador e da Raposa de rescindir ou não o acordo e aí sim, negociar com o atleta.

ALVO DOS INGLESES

Desde o fim da temporada no Brasil, o mercado nacional de especulações segue a todo vapor. No entanto, na Europa a janela de inverno abre na próxima semana e os rumores também começam surgir. Oscilando entre o banco de reservas e os 11 principais da Juventus, o brasileiro Douglas Costa já está sendo cobiçado gigantes como Arsenal, Manchester United e Chelsea. De acordo com o jornal inglês ‘Mirror’, o atacante estaria cobiçado pelos três grandes da Inglaterra no mercado. Com a chegada de Cristiano Ronaldo, Douglas perdeu um pouco de espaço na equipe titular e não tem uma boa sequência no time de Maximiliano Allegri. Na atual temporada, o brasileiro tem 16 jogos e nenhum gol marcado.

FLA NEGA CONTATO POR LOVE

Segundo a imprensa da Turquia, existe um acerto verbal entre Flamengo e Vagner Love para que o atacante volte ao time da Gávea a partir de janeiro. Contudo, para o acordo se concretizar falta a liberação da direção do Besiktas, clube com o qual o jogador de 34 anos tem contrato até junho de 2020. O Flamengo está atrás de reforços no mercado e a chegada de um atacante é tratada como prioridade pela diretoria de Rodolfo Landim, presidente eleito no dia 8. Contudo, segundo o LANCE! apurou, não houve contato por parte do clube com o jogador e seu estafe.

EXPECTATIVA ALVIVERDE

O Palmeiras já anunciou cinco jogadores para 2019, mas a torcida aguarda ansiosamente pela confirmação da chegada de Ricardo Goulart. Em negociação avançada, o meia-atacante de 27 anos de idade deve ser emprestado por uma temporada pelo Guangzhou Evergrande (CHN). E atuando na China desde 2015, o provável reforço alviverde acumula ótimos números no período.De acordo com levantamento feito pelo Footstats, Goulart participou diretamente de praticamente um gol por jogo na Ásia: 154 jogos, com 104 gols e 47 assistências. Ou seja, 151 gols tiveram atuação decisiva do jogador, que fez sucesso com Luiz Felipe Scolari na China.

XABI TREINADOR?

Xabi Alonso foi um dos grandes jogadores do futebol europeu nos últimos anos e se aposentou dos gramados aos 35 anos de idade em 2017. Hoje com 37 anos, o ex-volante treina o time infantil do Real Madrid, mas se depender do presidente do Bayern, Karl-Heinz Rummenigge, o seu futuro é treinar o clube alemão.Em entrevista a revista alemã ‘Kicker’, o ex-jogador alemão afirmou que seu desejo é ver Xabi Alonso de volta ao Bayern para ser o comandante da equipe na beira dos gramados da Bundesliga.

MONITORADOS

Apesar de ainda estar em estágio lento, o mercado do Fluminense nesta janela de transferência está sendo planejamento e possíveis reforços para 2019 são cogitados. Para o setor ofensivo, o Tricolor monitora dois atletas: os atacantes Mateus Gonçalves, do Sport, e Agustin Doffo, da Chapecoense. Mateus Gonçalves foi um dos destaques do Sport neste Campeonato Brasileiro, apesar do rebaixamento da equipe. Entretanto, o atacante está emprestado pelo Tijuana (MEX) até o final do Pernambucano de 2019 e o Flu terá concorrência de outras equipes para adquiri-lo.

FICA NO URUBU

Willian Arão, em junho, quase deixou o Flamengo rumo à Grécia, mas o Olympiacos não apresentou as garantias financeiras ao meia e o negócio travou. Desde então, o jogador recuperou seu espaço no time, terminou a temporada como titular e terá seu contrato prorrogado por dois anos. A nova diretoria e o atleta conversaram e entraram em acordo na última semana. O atual vínculo de Arão com o Flamengo é válido até dezembro de 2019. Em janeiro, quando a gestão de Rodolfo Landim terá, de fato, o poder no clube, será assinada a prorrogação até o fim de 2021. A renovação é uma forma da direção proteger-se do assédio de outros clubes. Desde o fim do Brasileirão, São Paulo e Grêmio sondaram a situação do camisa 5, mas o Fla não liberou.

GRÊMIO NA FRENTE

O meio-campo Thiago Neves, do Cruzeiro, talvez tenha sido o jogador que mais vezes teve seu nome envolvido em uma possível negociação neste fim de ano. Corinthians e Flamengo surgiram como possíveis interessados, mas é o Grêmio o clube que mais deseja tê-lo como reforço em 2019. O Tricolor Gaúcho, inclusive, já formalizou algumas propostas ao Cruzeiro, até incluindo o atacante Luan, um de seus principais jogadores, no negócio. Mas o time celeste faz jogo duro e exige R$ 8 milhões de reais para liberá-lo. A negociação ainda está em aberto e pode ter novidades a qualquer momento.

NA PAUTA DO FLU

Com a saída do uruguaio De Amores e as indefinições sobre as situações de Júlio César e Rodolfo, o Flu monitora o mercado para definir os alvos para 2019. Com a situação de Simão sem resolução, o interesse agora é em Richard, que defendeu o Paraná no Campeonato Brasileiro. Richard foi um dos destaques do Paraná em 2017, quando ajudou a equipe a subir para a Série A, e também em 2019, sendo um dos poucos que se salvou no rebaixamento. O goleiro tem contrato até dezembro de 2020.

Delhi left reeling after Praveen assault

On Sunday Praveen Kumar became representative of the idea that four-day domestic cricket will always thrive if it contains entertainment, entertainment, entertainment.

The Report by Sharda Ugra in Ghaziabad04-Nov-2012

Praveen’s tussles with the Delhi bowling lit up the crowd that had grown to about 10,000 strong•ESPNcricinfo Ltd

Ghaziabad’s Nehru Stadium could well be one of the most vociferous and hospitable crucibles of Indian domestic cricket. On the field, its team, Uttar Pradesh, though, doesn’t make a ruckus but gives no freebies either. Particularly not if they are Ranji Trophy points. At the end of the third day in their season opener against Delhi, UP are pushing for an outright victory over their much higher-rated and celebrated neighbours. Delhi were 197 for 4, just 29 runs ahead with Mithun Manhas on 63 and Sehwag on 21 when play ended due to fading light. One more wicket for UP, and it could be the deluge they are waiting for.By tea, Delhi had lost Gautam Gambhir and Virat Kohli, both out in their forties, their team at 120-3. With Virender Sehwag not on the field for two sessions, Unmukt Chand had opened the innings with Gambhir but was caught behind off Bhuvneshwar Kumar off the first ball he faced.Sehwag had injured the index finger of his right hand yesterday afternoon going for a catch at first slip. A medical check up at the hospital directly across the road had indicated neither fracture nor the requirement of stitches. There had been confidence in the Delhi camp that Sehwag will come out to bat ‘if required’ and at the tea break, Sehwag had been seen knocking outside the pavilion. He turned up 15 minutes into the final session with the dismissal of Punit Bisht and having batted for an hour, was not out on 21 with three boundaries.Delhi’s problems in the match though extend far beyond Sehwag’s injured finger. Far stronger on paper than their opponents, Delhi have failed to match UP’s energy on the field or with the bat. Or even display any of the ‘bouncebackability’ of a team which is chockfull of both batsmen and bowlers who in the respectful words of the spectators here, are called, “international players.”It was one of UP’s own ‘international’ players who seized the match by its collar and dragged it his team’s way. A rollicking unbeaten half-century from Praveen Kumar had the packed Sunday crowd on their feet, Praveen ensuring that the last two UP wickets put up 80 runs between them. UP had resumed the day at 292-6 and lost two wickets in less than ten overs. Their fightback began when their No. 10 walked in.Praveen and overnight batsman Suresh Raina both scored 51 runs; Raina’s was a cultured innings, but not his most authoritative as wickets fell around him. Praveen came perhaps two spots lower in the order than is fitting, but instantly got into the contest against the second new ball with Ishant Sharma and Ashish Nehra.He faced an appeal for leg before off his first ball against Nehra but hit him over mid-off for a four off the second. Delhi broke out into celebrations on the third, over an alleged caught behind that the umpire didn’t support. Praveen made swiping leg-side gestures behind his pads showing himself squared-up in front of stumps. In response he got hit on the fingers by Nehra and then had to deal with the barrage of short balls from Ishant at the other end.Praveen’s tussles with the Delhi bowling lit up the crowd that had grown to about 10,000 strong. Every time it was his turn to bat against one of the two big Delhi bowlers, the crowd began chanting his name, “Peekay aa gaya, Peekay aa gaya.” (PK’s come, PK’s come.)In the thick haze of an otherwise leaden Sunday morning, these were fireworks. The moment Ishant and Nehra finished their new-ball spells, Praveen chomped into the rest of the Delhi bowlers. Left arm spinner Vikas Mishra was hit for two gargantuan sixes: one that went over the sightscreen that with a bit more cloth could cover two storeys, the other over Ishant’s head at widish long on. Praveen was not out on 51 (57b, 5×4, 2×6) and his company had even the No. 11 Imtiaz Ahmed surviving 49 minutes.While Praveen’s cover driving is not a thing of beauty like Raina’s, on Sunday he became representative of the idea that four-day domestic cricket will always thrive if it contains at least a single element: entertainment, entertainment, entertainment.

Gibson plays down warm-up loss

West Indies coach Ottis Gibson was adamant that the loss to Sri Lanka meant little, given the timing and conditions of the defeat, and their resting of key players

Andrew Fernando in Colombo13-Sep-2012

Chris Gayle was among three key players rested. Darren Sammy and Marlon Samuels also sat out•Associated Press

West Indies’ reputation as one of the tournament favourites took a knock when Sri Lanka crushed them by nine wickets in a practice match in Colombo, but West Indies coach Ottis Gibson is adamant that the result means little, given the timing and conditions of the defeat, and their resting of key players.Batting first, West Indies were restricted to 132 for 6 by a disciplined Sri Lanka bowling effort, before Mahela Jaywardene and Tillakaratne Dilshan struck fluent fifties to make short work of the target, hitting the winning runs in the 16th over with nine wickets to spare.A low wicket at the Nondescripts Cricket Club hampered the expansive ambitions of the West Indies batsmen, who failed to hit a six between them despite the ground’s modest proportions. Lasith Malinga was particularly difficult to get underneath during the death, while Angelo Mathews also proved too skiddy to crash away. “Hundred-and-thirty-three seemed to be a challenging total on a wicket where some balls kept low,” Gibson said. “But when they batted they made it look easy. We didn’t bowl particularly well, which we’ll need to look at.”Fidel Edwards was intense during his first over to Dilshan Munaweera, but was friendly thereafter, trying to intimidate with pace and bounce but managing only to serve up poor short balls, most of which were not on target anyway. Andre Russell and Dwayne Bravo were also wayward, and after a few overs at the crease Jayawardene even felt comfortable trialling a new stroke – a reverse pull-shot over short third man that went for four. Spin bowlers Sunil Narine and Samuel Badree did not trouble the batsmen either, perhaps due to a flat pitch, rather than many failings of their own.”When we bowled we looked very aggressive,” Gibson said. “Ravi [Rampaul] bowled well. The spinners need to get used to the conditions here and get used to the wicket and not expect anything. I think the spinners expected some turn but there was none. You’ve got to find the right length against people who have grown up on these pitches and play a lot of spin.”Gibson said that in addition to a pitch that didn’t offer a lot for the West Indies bowlers, his players were still becoming accustomed to the climate and that he viewed the practice match as an opportunity to test team combinations. “The game started at 9:30 when most of the games will be in the afternoon. It was very hot this morning, and our guys flew in only two days ago, so it will take a while to get used to the conditions.”Considering we didn’t have Chris Gayle, Darren Sammy and Marlon Samuels in the side, it was an opportunity to give other people a chance. You’d like to win every game, but this was just a warm-up, but if we want to win the World T20, we’ll need our bench strength.”.West Indies play one more warm-up match against Afghanistan on Saturday, with Sri Lanka set to take on India the same day. Their first match of the tournament is on September 22, against Australia.

Euller e Marcos Assunção contam ao L! como Felipão já virou 2 a 0 da ida

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Gol no primeiro tempo, determinação, concentração, atenção e persistência. Devem ser esses os pilares da conversa de Luiz Felipe Scolari para nesta quarta-feira, no Allianz Parque, reverter a derrota por 2 a 0 para o Boca Juniors, na Bombonera, e classificar o Palmeiras para a final da Libertadores. Quem conta essa cartilha ao LANCE!são o ex-atacante Euller e o ex-volante Marcos Assunção, que participaram de viradas similares com o técnico no clube.

Euller esteve na classificação do Palmeiras nas oitavas de final da Libertadores de 2000, superando derrota por 2 a 0 para o Peñarol, no Uruguai – a virada veio com vitória por 3 a 1 no Palestra Itália e, como balançar as redes fora de casa não contava como desempate, o Verdão passou nos pênaltis. Marcos Assunção, por sua vez, fez aos 43 minutos do segundo tempo o gol que selou triunfo por 3 a 0 diante do Vitória, no Pacaembu, pela primeira fase da Copa Sul-Americana de 2010, que reverteu o 2 a 0 a favor dos baianos, na ida, em Salvador.

Felipão era o técnico nos dois casos. E foi colocando gol no primeiro tempo, determinação, concentração, atenção e persistência como pilares que conquistou a virada como mandante. Essa deve ser a cartilha repassada aos jogadores, além do pedido para que a torcida transforme o Allianz Parque em um ambiente que deixe o Boca Juniors acuado em seu campo. Os episódios relatados acima, inclusive, devem ser usados como motivação pelo técnico.

continua após a publicidadeRelacionadasPalmeirasPalmeiras x Boca Juniors: prováveis times, desfalques, onde ver e palpitesPalmeiras29/10/2018PalmeirasPalmeiras x Boca Juniors: quem tem o melhor time? Vote nos duelos do L!Palmeiras30/10/2018PalmeirasPalmeiras x Boca: 38 mil ingressos já vendidos para decisão desta quartaPalmeiras30/10/2018

– Com certeza, o Felipão vai usar tudo que puder, ele trabalha muito a parte motivacional. Tudo que ele fez (em 2000) foi colocar um time bem ofensivo para atacarmos todo tempo. Nunca desistir. O time precisará estar totalmente concentrado em tudo que tem de fazer, e não deixar nada desviar esse foco, principalmente a arbitragem – recomendou Euller.

– São três coisas fundamentais: determinação para fazer os gols, concentração para saber a hora de dar o passe, chutar e fazer a coisa certa e atenção durante os 90 minutos e os acréscimos para não tomar gol, como aconteceu na Argentina. A atenção é o principal porque, se tomar gol, a determinação continua, mas a concentração vai embora – indicou Assunção.

– O Felipão gosta de conversar muito, de passar vídeos de jogos, reunir o grupo em semanas decisivas e passar para os jogadores o seu conhecimento e sua experiência. Pode ter certeza: ele sabe muito. Já deve estar conversando muito com os jogadores sobre o jogo, falando muito com os mais experientes, principalmente, para a tranquilidade reinar. Mas também falando que é importante buscar o gol, não ficar só tocando a bola esperando o gol chegar – prosseguiu o ex-meio-campista.

Tanto nas oitavas de final da Libertadores de 2000 quanto na primeira fase da Copa Sul-Americana de 2010, há semelhanças: golaço de falta (Neném em 2000 e Marcos Assunção em 2010) e atacante balançando as redes duas vezes (Marcelo Ramos há 18 anos, Tadeu há oito). Na avaliação de quem participou das viradas, um dos focos deve ser evitar o 0 a 0 no primeiro tempo.

– Se vai para o intervalo com 0 a 0, é muito difícil. Por mais que tenha 45 minutos no segundo tempo, é muito pouco tempo para fazer três gols em um tempo só. Se fizer gol no primeiro tempo, com certeza será mais fácil, o time terá muito mais tranquilidade em busca do segundo e, em seguida, do terceiro gol. Mas precisa tomar cuidado para não tomar gol. Se tomar, esquece, fica muito difícil. Precisa estar muito concentrado e atento – falou Assunção, apostando alto na torcida.

– Tenho um filho palmeirense doente e costumamos ver jogos no Allianz Parque, atrás do banco de reservas. Quando olho os jogadores, o campo, o estádio e a torcida, tenho uma vontade imensa de jogar. Fico arrepiado. Pode ter certeza de que isso ajuda, e muito. Principalmente a empurrar o time para cima do adversário, que olha e vê que a torcida não para. Torcida não joga, mas ajuda muito.

O L! relembra abaixo como foram as viradas que inspiram Felipão nesta quarta:

11/5/2000 – Palmeiras (3) 3 x 1 (2) Peñarol – Oitavas de final da Libertadores

Em 2000, o Palmeiras foi vice-campeão da Libertadores, e a campanha que terminou com derrota nos pênaltis para o Boca Juniors teve virada épica nas oitavas de final. Então campeão, o Verdão de Felipão perdeu para o Peñarol por 2 a 0 na ida, em jogo no Uruguai no qual Galeano foi expulso. Na volta, Felipão estava suspenso e acompanhou o jogo das tribunas do Palestra Itália. E viu sua estratégia ser forçadamente mudada com uma lesão de Basílio.

– Treinamos durante a semana para jogar com dois jogadores de velocidade, pelos lados, comigo de um lado e o Basílio do outro. Uma equipe bem ofensiva para entrar pelos lados na defesa adversária, não com bolas aéreas, por não ter um ataque alto, mas rápido comigo, Pena e Basílio. De fato, começou bem assim, mas depois machucou o Basílio, entrou o Marcelo Ramos e a equipe mudou a característica, porque o Marcelo jogou como um meia ofensivo, o Pena lá na frente e eu aberto, com liberdade pelos dois lados. O Marcelo Ramos fez dois gols, entrou inspirado – lembrou Euller.

O jogo ainda teve como drama por lesão a saída do zagueiro Agnaldo, obrigando Felipão a improvisar o volante Ferrugem no setor. Ainda assim, o Verdão pressionou. O lateral-direito Neném abriu o placar em linda cobrança de falta aos 26 minutos do primeiro tempo. Depois, Marcelo Ramos balançou as redes aos 46 do primeiro tempo e aos dez do segundo. Pacheco descontou para o Peñarol aos 15 da etapa final e, depois, o time uruguaio teve um gol mal anulado. No tempo normal, Euller ainda errou pênalti que ele mesmo sofreu.

O atacante ainda falhou na decisão, mas foi o único palmeirense que errou. Marcelo Ramos, Alex e Rogério converteram. Do outro lado, Pacheco acertou a trave e Marcos pegou as cobranças de Aguirregaray e Cedrés – somente Bengoechea e Bueno balançaram as redes pelo eliminado Peñarol.

– O Marcelo Ramos fez dois gols. Errei dois pênaltis, no tempo normal e nas cobranças, mas o Marcos estava em uma noite muito feliz, nos garantiu, me deu alívio por ter perdido os pênaltis. Foi uma noite inspirada do Marcos, do Marcelo Ramos. Foi um jogo em que o que foi planejado teve de mudar logo no início, mas foi uma mudança que realmente aconteceu para dar certo – comemorou Euller.

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19/8/2010 – Palmeiras 3 x 0 Vitória – Primeira fase da Copa Sul-Americana

Poupando titulares, o Palmeiras perdeu o jogo de ida no Barradão por 2 a 0, sofrendo dois gols no segundo tempo: Ramón, aos dois, e Neto Coruja, aos 42 minutos. Na volta, o time jogou completo e contou com Tadeu balançando as redes já aos 47 minutos do primeiro tempo, completando jogada de Marcos Assunção. O Verdão de Felipão pressionou do início ao fim, ampliou com Tadeu, aos 12 do segundo tempo, e contou com o golaço de Assunção, aos 43.

– Fizemos um bom jogo, estávamos muito inspirados, com muita vontade de passar para a próxima fase. Foi um jogo muito difícil, mas todos os jogadores entraram com uma determinação muito grande, de que poderia passar, com condição de passar e com três gols. Nos pênaltis, é muito difícil você estar totalmente focado, porque tem um desgaste mental muito grande durante o jogo. É muito sofrimento para jogador e torcedor. Queríamos ganhar sem os pênaltis e fomos para cima o tempo todo, focado – lembrou Assunção, que tinha prometido para o elenco, “no susto”, que faria o gol de falta.

– Em reunião no vestiário, o Felipão falou ‘vocês estão de brincadeira que temos um dos melhores batedores de falta do Brasil, senão o melhor, e não tem uma falta para bater?’. Eu estava quieto, ele me perguntou quantas eu precisava bater para fazer gol e, no susto, falei que precisava de duas. Quando acabou a reunião, pensei ‘que m… que falei, se não fizer estou morto’ – sorriu.

– No primeiro tempo, uma cobrança passou perto. Na outra, estava muito longe. Lembro como se fosse agora. Daquela distância, daquela posição, eu teria que colocar força e precisão. E a bola foi justo com a força e onde nenhum goleiro pegaria. Se vai mais para dentro, o goleiro chega. É para ver o nível de concentração para, aos 43 minutos do segundo tempo, sobrar força para colocar a bola ali – comemorou o ex-volante.

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Chance extra! Vasco visita o Santos pra quebrar jejum e novo rumo no BR

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Na vida, quando você recebe uma chance extra, faz de tudo para aproveitá-la. Às 20h desta quinta-feira, no Pacaembu, em São Paulo, o Vasco terá uma oportunidade a mais que chega na hora certa para o planejamento cruz-maltino no Campeonato Brasileiro. Diante do Santos, em jogo atrasado da 3ª rodada da competição, o time comandado pelo técnico Alberto Valentim poderá quebrar jejum como visitante no torneio e, ao mesmo tempo, entrar em novo rumo na reta final da temporada. O site do LANCE! transmite o duelo em tempo real.

Depois de ter vencido o Bahia na última segunda-feira, em São Januário, o Vasco buscará a primeira vitória fora de casa na atual edição do Brasileiro. Até agora, foram 11 jogos como visitante, sendo nenhuma vitória, quatro empates e sete derrotas, um aproveitamento de 12,12% – está na frente neste quesito apenas do Paraná, lanterna e virtual rebaixado (a equipe paranaense possui 2,56% de aproveitamento). Isto é considerado fundamental para o embalo decisivo na busca por um fim de ano sem turbulências no clube, aumentando a confiança.

Ao mesmo tempo, os três pontos darão um novo rumo para o Vasco na competição. A vitória na última rodada fez a equipe sair da zona de rebaixamento por conta dos critérios de desempate. Caso vença o Santos nesta quinta, o Cruz-Maltino pode pular até três posições na tabela, passando a olhar a disputa por uma vaga na Conmebol Sul-Americana de 2019 – se vencer por dois gols de diferença ou menos, ultrapassará dois times, e três caso seja por um placar maior. O zagueiro Leandro Castan comentou sobre as expectativas para esta quinta-feira.

– Não estou muito mais tranquilo. Estamos levando gol e acho que temos de passar segurança aos atacantes sem levar gol. Sei que vai ser difícil. O Santos tem muita qualidade, é jovem, rápido, mas confio nos meus companheiros e sei que podemos fazer uma boa partida – afirmou o defensor em entrevista coletiva no treinamento da última quarta-feira, no CT do Almirante.

É a hora de aproveitar a chance extra, já que não se sabe se terá outra no futuro. A vez é agora, Vasco!

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الأهلي يعلن ضم طومسون بدلًا من والتر هودج استعدادًا لبطولة إفريقيا لكرة السلة

أعلن النادي الأهلي ضم المحترف الأمريكي مايكل طومسون بديلًا للبورتريكي والتر هودج، الذي فسخ تعاقده منذ أيام.

وكان بطولات قد انفرد أمس بتعثر مفاوضات الأهلي لضم المحترف الأمريكي الآخر مايكل ديكسون. طالع التفاصيل

ومن المقرر أن يلعب طومسون مع النادي الأهلي حتى نهاية الموسم، بجانب مشاركته في بطولة دوري أبطال إفريقيا لكرة السلة THE BAL.

الجدير بالذكر أن طومسون لم ينضم إلى أي نادي منذ رحيله عن الأهلي الموسم الماضي، حيث كانت آخر مباراة لعبها أمام الاتحاد السكندري في نهائي دوري السوبر لكرة السلة.

Chapecoense e prefeitura pedem união em torno do time da cidade

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O prefeito de Chapecó, Luciano Buligon, convocou reunião com Chapecoense e a imprensa, no auditório da Prefeitura da cidade, para tentar unir forças em torno do clube, que perdeu quatro das últimas cinco partidas e é o penúltimo colocado no Brasileirão, com 22 pontos. Diante das críticas à gestão do clube, Buligon destacou que a Chape precisa de apoio para reverter a situação.

– A Chapecoense é mais que um time de futebol. Ela representa os anseios de uma região. Foi criada para unir a cidade, mostrar nosso potencial e nos integrar com Santa Catarina. Ela traz gente para nossos hotéis, clientes e ergue a nossa autoestima, por isso nós precisamos erguer a bandeira da paz – disse o prefeito.

Buligon pediu apoio à atual gestão, comandada pelo presidentePlinio David De Nes Filho, que vem sendo muito pressionado nas redes sociais por decisões que, segundo os críticos, são equivocadas. O prefeito pediu que as criticas sejam feitas no final do ano, no período eleitoral do clube, quando possivelmente haverá uma chapa de oposição, o que não ocorreu nos últimos anos.

Presente na reunião, o presidente da Chape agradeceu o apoio do prefeito e afirmou que os atletas estão abatidos com as críticas.

– Os atletas estão psicologicamente abatidos há algum tempo devido a críticas que vem de fora para dentro e de dentro para fora. Eles estão se auto punindo. Por isso vamos contratar um coaching para falar com eles – disse o presidente.

Ele afirmou ainda que não há intenção de trocar o comando do time, pelo menos neste momento.

– Não é hora de mexer. Se mexer agora vai piorar, concluiu.

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Sammy delight at Gayle's return

Darren Sammy was not shy to admit how happy he would be to see Chris Gayle re-enter the West Indies dressing room soon.

Nagraj Gollapudi at Edgbaston06-Jun-2012

Darren Sammy was upbeat at the prospect of Chris Gayle’s return•Getty Images

Darren Sammy did his best to conceal a big and wide smile but was not shy to admit how happy he would be to see Chris Gayle re-enter the West Indies dressing room soon. Gayle was part of the 15-man squad announced on Sunday by the Caribbean selectors for the three-match ODI series and the solitary Twenty20 to be played in England from June 16.Gayle’s inclusion brought to an end the bitter dispute between him and the WICB, which started immediately after last year’s World Cup and kept him out of international cricket for 15 months. But both parties cleared the “residual” issues during a meeting in St Vincent, which was attended by Gayle, Julian Hunte (WICB president) along with West Indies Players’ Association chief executive Michael Hall. Also present were Ralph Gonsalves, Prime Minister of St Vincent, and Baldwin Spencer, the Antigua & Barbuda Premier, both facilitators instrumental in resolving the issue.”I think we have a very exciting one-day team with the inclusion of Chris Gayle,” Sammy said. “Our previous ODI and Twenty20 series against Australia was very good for us; we drew both series. So with guys like Chris and Dwayne Smith adding more power, I am very excited, but I have to focus on this Test. After this is over, we will focus on the ODI series.” It is understood that Gayle along with the other players picked for the one-dayers, would join the West Indies squad in Birmingham on June 9.In his first press conference on this tour, at Hove, Sammy mentioned that if and when Gayle comes back, he would need to get used to the “hardworking culture” put in place by Ottis Gibson, the West Indies coach. Today Sammy was more lenient, saying Gayle would easily slip into the team environment without much fuss. “He is a professional and will do what is necessary for the team,” Sammy said.Last month, Gayle decided to forsake his contract with the Somerset, as it clashed with the ODI series in order to commit himself to West Indies cricket. That was an important step which convinced the WICB that he was serious about his comeback. For all the positive speak that Sammy and his troops have so far uttered on this trip, the West Indies captain knows he needs able and experienced generals like Gayle and Chanderpaul on his side if West Indies have to finally start seizing opportunities.”It is good to have him back,” Sammy said. “We all know what he has done for us in the past, and hopefully, he can come into the squad and pass on the experience to the younger players because he has been a phenomenal limited-overs player for us. We expect to win this upcoming series because looking at this squad, we should pose a serious challenge to England and win games.”

Dérbis marcaram reações para Carille no Corinthians e inspiram Jair

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O Corinthians ocupa a 8ª colocação no Campeonato Brasileiro, há tempos não joga bem, trocou o comando essa semana e neste domingo às 16h encara o rival Palmeiras no Allianz Parque. O cenário parece dramático para o recém-chegado Jair Ventura, que fará sua estreia, mas a história recente mostra que esse clássico também pode injetar uma grande dose de ânimo na equipe.

Do ano passado para cá, três Dérbis foram emblemáticos como divisores de água e todos a favor do Corinthians. Do técnico Fábio Carille, inspiração para Jair Ventura. O ex-comandante do Timão, hoje no Al Wehda, da Arábia Saudita, fez história no clube com vitórias marcantes sobre o Palmeiras.

A primeira foi fundamental para que Carille tivesse tranquilidade e vida longa em seu início de carreira. Em seu primeiro Dérbi, pela primeira fase do Campeonato Paulista do ano passado, o time não tinha engrenado e teve Gabriel expulso ainda no primeiro tempo. Acabou vencendo por 1 a 0, placar que impulsionou o Corinthians para a arrancada que garantiu o título estadual.

Depois da estreia, Carille disputou mais seis clássicos contra o Palmeiras e venceu cinco, perdendo apenas um. Também arrancou para o título Brasileiro de 2017 vencendo o rival por 3 a 2 na Arena e, neste ano, o mais histórico: título paulista na casa do rival após decisão por pênaltis. Quer mais, Jair?

– Jogo grande. O treinador acaba trabalhando muito pouco emocionalmente, porque já é um jogo grande. Sabemos da responsabilidade do jogo, mas é a vida do treinador. Chegar e disputar um grande clássico contra um grande treinador. Vamos fazer um grande jogo. Não podemos fugir da responsabilidade. Seria fácil eu chegar e me ausentar para deixar a maré passar. Mas gosto de desafios, e vamos encarar como um desafio esse clássico – disse o treinador, em sua entrevista de apresentação.

A importância do clássico citada por Jair passa diretamente pela diretoria do Corinthians. O presidente Andrés Sanchez, em seu segundo mandato, sabe bem o que uma vitória nesse confronto representa. Em sua primeira passagem, a rivalidade mais acirrada foi com o São Paulo, do ex-presidente Juvenal Juvêncio. Andrés se saiu melhor. O rival ganhou o título de freguês. Agora, a disputa maior é com o Palmeiras.

Nos bastidores, Andrés e Alexandre Mattos, diretor de futebol do rival, trocam alfinetadas. Uma disputa acirrada após o Paulista, quando o Palmeiras alegou interferência externa da arbitragem e tenta impugnar a final até hoje, sem sucesso. O presidente do Corinthians tira sarro da situação.

A rivalidade, no entanto, não impede momentos de confraternização. Andrés foi convidado para a festa de aniversário de 104 anos do Palmeiras, compareceu, mas foi embora após ser intimidado por dois torcedores no banheiro. Os palmeirenses foram expulsos da festa. Imagina o quanto Andrés não quer ganhar de novo na casa do rival…

Jair sabe muito bem disso. Foi contratado com a responsabilidade de fazer a equipe reagir e tem em mente a importância de começar vencendo o Dérbi. Faria toda a diferença. A sequência complicada, que também tem a semifinal da Copa do Brasil contra o Flamengo, foi um dos motivos da troca de comando. Pior para Osmar Loss, que caiu na quarta-feira após derrota para o Ceará. Deixou o cargo sem encarar o Palmeiras.

Enquanto isso, Jair sabe como é enfrentar o rival. Pelo Santos, disputou a semifinal do Paulista deste ano e levou a pior. Mas vendeu caro. Venceu o segundo jogo no Pacaembu por 2 a 1 e levou a decisão para os pênaltis, sendo eliminado. O desempenho em clássicos, porém, não é dos melhores. Em oito jogos, foram duas vitórias, três empates e três derrotas.

No Rio de Janeiro, pelo Botafogo, não foi muito diferente. Em 16 jogos contra Flamengo, Vasco ou Fluminense, foram cinco vitórias, quatro empates e sete derrotas. Clássico muda os rumos. E Jair quer seguir a sina recente do Corinthians para começar com o pé direito.

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